[CD] David Fonseca - Sing me Something New (2003) *fraty*

Iniciado por fraty, 23 de Dezembro de 2013, 20:18

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fraty

David Fonseca - Sing me Something New (2003) *fraty*





:info:

Interprete : David Fonseca
Album : Sing me Something New
Ano : 2003
Género : Pop
Ficheiros : 15
Codificação : MP3
Velocidade de Bits : 320
Qualidade : Muito Boa
Extras : Sim



:tracklist:

01 - Intro     
02 - The 80's    
03 - Someone that cannot love    
04 - Playing bowies with me    
05 - So you want to save the world    
06 - U make me believe    
07 - You and I (Letter to s.)    
08 - Haunted home    
09 - Summer will bring you over    
10 - Now that I am you    
11 - Revolution edit    
12 - In love with yourself    
13 - Do you really believe that love will keep you from getting hurt ?    
14 - Sing me something new    
15 - My sunshine and my rain



:screenshots:

http://img818.imageshack.us/img818/6295/6vlt.jpg




:download:

       
                   




:notasdicas:

O 1º disco a solo por parte do David,o qual nos trás alguns temas bem interessantes,alguns mesmo que ficaram no goto,por não terem sido escolhidos para algumas campanhas publicitarias a nível mundial,e que se quedaram apenas cá por casa....enfim.....obrigada Vodafone.....
Deixo-vos agora uma entrevista que David deu a quando do lançamento deste disco.
Fui busca-la aqui :
http://davidfonseca.paginas.sapo.pt/entrevistadavidfonseca.html

"Gravar estas músicas com os Silence 4 não seria bom nem para a banda nem para mim"
Três anos depois do lançamento de "Only pain is real", o segundo álbum dos Silence 4, David Fonseca está de volta, mas desta vez a solo, com o disco "Sing me something new", um trabalho que mais do que uma ruptura com o passado, representa a vontade que o músico de Leiria tem de fazer o que lhe apetece em termos musicais, sem concessões.
Como é que surgiu a ideia de gravar o álbum "Sing me something new", o seu primeiro álbum a solo?
David Fonseca: Pura e simplesmente não surgiu. Eu estive um ano sem fazer música e um dia acordei e pensei: "Hoje apetece-me fazer música". Tinha umas músicas na cabeça e comecei a compôr. Esse impulso foi de tal maneira forte, que comecei e nunca mais parei. Contudo, a ideia nem sequer era editar um disco, até porque não tinha contrato com nenhuma editora no momento. A minha vontade era pura e simplesmente fazer música. Só que no final do ano de 2002, quando as músicas estavam praticamente todas feitas e já em maquete, apercebi-me de que tinha músicas que poderiam ser interessantes de gravar e perguntei a opinião ao Mário Barreiros, que achou que era um bom trabalho e passados três dias estava a entrar em estúdio para gravar este disco.
Em algum momento lhe passou pela cabeça gravar este álbum com os Silence 4?
DF: Nunca. Aquela maquete não poderia ser um álbum dos Silence 4, porque a banda tem elementos muito específicos, como a segunda voz, os quais não são nada compatíveis com este álbum em concreto. Além disso, levar estas músicas para uma banda significaria ter que fazer algumas concessões e eu não queria fazer concessões nenhumas. Por isso, nem sequer pus essa hipótese. Gravar estas músicas com os Silence 4 não seria bom nem para a banda nem para mim. Ninguém ficaria satisfeito.
Optou também por apresentar este novo trabalho em palcos mais pequenos. Porquê?
DF: Nos últimos anos tenho tocado sempre em grandes palcos e uma das coisas de que tinha mais saudades era de fazer concertos mais pequenos, onde o contacto com o público fosse um pouco maior. O curioso desta tournée é que os espectáculos foram à tarde, em auditórios de universidades, onde eu falei muito mais do que cantei e toquei. Ao todo foram cerca de 10 concertos em todo o país, que correram realmente muito bem. No fundo acho que sentia falta de ver as pessoas, de perceber que não estou a actuar apenas para uma massa homogénea sem identidade.
Nesse contacto mais próximo com o público conseguiu perceber que imagem é que as pessoas têm de si?
DF: Não. No fundo, nem eu sei quem é o verdadeiro David Fonseca. O que eu acho é que as pessoas transportam a ideia que têm sobre a minha música para a minha pessoa. Talvez pensem que eu sou tímido e introvertido, o que é normal, porque a música que eu faço transmite essa imagem, mas eu não sou necessariamente assim. Nenhum artista se consegue incluir totalmente nas suas músicas, porque uma pessoa é muito mais do que aquilo que faz. Quando eu toco ao vivo, talvez essa imagem se dissipe um pouco, porque as pessoas conseguem perceber que eu não vivo exclusivamente da melancolia das minhas músicas, apesar de ser uma pessoa melancólica, que tenta combater essa mesma melancolia.
Quando é que decidiu que queria ser músico?
DF: Essa foi uma decisão que eu nunca tive que tomar. As coisas foram acontecendo naturalmente, nunca pensei "Eu quero ser músico, é isso que eu quero fazer na minha vida". Acho que ainda hoje não tomei essa decisão, porque a ideia de ter que começar uma outra profissão não me assusta minimamente. Descobri que gostava muito de música e não que queria ser músico, sendo que existia algo nesse caminho que me atraía bastante. Mas descobri isso muito tarde, porque só comecei a tocar guitarra aos 18 ou 19 anos de idade.
Nesse momento já estava na Faculdade de Belas-Artes, em Lisboa... Foi por isso que resolveu desistir do curso superior que frequentava?
DF: Acho que não. Pelo menos, não directamente. O que aconteceu foi que me apercebi que não tinha nada a ver com a estrutura da escola e do próprio curso superior no qual me inscrevi, e então desisti. O ano e meio que tive de passar a desenhar foi um dos períodos mais difíceis da minha vida.
Ingressou depois no curso superior de Cinema, na Escola Superior de Teatro e Cinema...
DF: Desde muito cedo que eu tenho um enorme fascínio pela fotografia. Comecei a fotografar com apenas 15 anos e nunca mais parei. Entrei para o curso superior de Cinema precisamente para me especializar na área de imagem, porque o que eu queria mesmo era ser Director de Fotografia. Esse é, ainda hoje, um dos meus desejos secretos: ser Director de Fotografia, nem que seja de uma curta-metragem.
Ainda se lembra da primeira fotografia que tirou?
DF: Perfeitamente. Foi uma fotografia que tirei em Leiria, a cinco ou seis senhoras a varrerem um passeio que fica junto ao rio Marachão.
Se alguma vez tivesse que optar entre a música e a fotografia, qual seria a sua decisão?
DF: Simplesmente não decidia. Isso não é uma coisa que se possa decidir. A música e a fotografia são duas áreas que sempre farão parte da minha vida. Contudo, profissionalmente não sei se isso será sempre possível, mas mesmo que um dia venha a trabalhar ao balcão de um café, farei de certeza música e fotografia paralelamente.
A Internet é outra das suas paixões...
DF: Na verdade já o foi mais. Quando os Silence 4 surgiram, apareceram várias páginas sobre a banda e houve uma que me impressionou, a ponto de querer conhecer pessoalmente o responsável pela sua criação. Foi então que apareceu o Mário Santos, um miúdo que naquele tempo devia ter uns 17 anos. Gostei tanto do trabalho dele que lhe pedi ajuda para criar a minha própria página (www.littleboyworld.com), porque tinha necessidade de me distanciar do mundo da música. Então criei esse site para falar de tudo menos de música. O que acontece é que agora o Mário Santos vai elaborar o site oficial deste disco (www.davidfonseca.com) e o outro vai acabar, porque é impossível conseguir manter os dois sites em funcionamento.

3 de Julho de 2003
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Diamantinococo

Citação de: fraty em 23 de Dezembro de 2013, 20:18
David Fonseca - Sing me Something New (2003) *fraty*





:info:

Interprete : David Fonseca
Album : Sing me Something New
Ano : 2003
Género : Pop
Ficheiros : 15
Codificação : MP3
Velocidade de Bits : 320
Qualidade : Muito Boa
Extras : Sim



:tracklist:

01 - Intro     
02 - The 80's    
03 - Someone that cannot love    
04 - Playing bowies with me    
05 - So you want to save the world    
06 - U make me believe    
07 - You and I (Letter to s.)    
08 - Haunted home    
09 - Summer will bring you over    
10 - Now that I am you    
11 - Revolution edit    
12 - In love with yourself    
13 - Do you really believe that love will keep you from getting hurt ?    
14 - Sing me something new    
15 - My sunshine and my rain



:screenshots:

http://img818.imageshack.us/img818/6295/6vlt.jpg




:download:



:notasdicas:

O 1º disco a solo por parte do David,o qual nos trás alguns temas bem interessantes,alguns mesmo que ficaram no goto,por não terem sido escolhidos para algumas campanhas publicitarias a nível mundial,e que se quedaram apenas cá por casa....enfim.....obrigada Vodafone.....
Deixo-vos agora uma entrevista que David deu a quando do lançamento deste disco.
Fui busca-la aqui :
http://davidfonseca.paginas.sapo.pt/entrevistadavidfonseca.html


"Gravar estas músicas com os Silence 4 não seria bom nem para a banda nem para mim"
Três anos depois do lançamento de "Only pain is real", o segundo álbum dos Silence 4, David Fonseca está de volta, mas desta vez a solo, com o disco "Sing me something new", um trabalho que mais do que uma ruptura com o passado, representa a vontade que o músico de Leiria tem de fazer o que lhe apetece em termos musicais, sem concessões.
Como é que surgiu a ideia de gravar o álbum "Sing me something new", o seu primeiro álbum a solo?
David Fonseca: Pura e simplesmente não surgiu. Eu estive um ano sem fazer música e um dia acordei e pensei: "Hoje apetece-me fazer música". Tinha umas músicas na cabeça e comecei a compôr. Esse impulso foi de tal maneira forte, que comecei e nunca mais parei. Contudo, a ideia nem sequer era editar um disco, até porque não tinha contrato com nenhuma editora no momento. A minha vontade era pura e simplesmente fazer música. Só que no final do ano de 2002, quando as músicas estavam praticamente todas feitas e já em maquete, apercebi-me de que tinha músicas que poderiam ser interessantes de gravar e perguntei a opinião ao Mário Barreiros, que achou que era um bom trabalho e passados três dias estava a entrar em estúdio para gravar este disco.
Em algum momento lhe passou pela cabeça gravar este álbum com os Silence 4?
DF: Nunca. Aquela maquete não poderia ser um álbum dos Silence 4, porque a banda tem elementos muito específicos, como a segunda voz, os quais não são nada compatíveis com este álbum em concreto. Além disso, levar estas músicas para uma banda significaria ter que fazer algumas concessões e eu não queria fazer concessões nenhumas. Por isso, nem sequer pus essa hipótese. Gravar estas músicas com os Silence 4 não seria bom nem para a banda nem para mim. Ninguém ficaria satisfeito.
Optou também por apresentar este novo trabalho em palcos mais pequenos. Porquê?
DF: Nos últimos anos tenho tocado sempre em grandes palcos e uma das coisas de que tinha mais saudades era de fazer concertos mais pequenos, onde o contacto com o público fosse um pouco maior. O curioso desta tournée é que os espectáculos foram à tarde, em auditórios de universidades, onde eu falei muito mais do que cantei e toquei. Ao todo foram cerca de 10 concertos em todo o país, que correram realmente muito bem. No fundo acho que sentia falta de ver as pessoas, de perceber que não estou a actuar apenas para uma massa homogénea sem identidade.
Nesse contacto mais próximo com o público conseguiu perceber que imagem é que as pessoas têm de si?
DF: Não. No fundo, nem eu sei quem é o verdadeiro David Fonseca. O que eu acho é que as pessoas transportam a ideia que têm sobre a minha música para a minha pessoa. Talvez pensem que eu sou tímido e introvertido, o que é normal, porque a música que eu faço transmite essa imagem, mas eu não sou necessariamente assim. Nenhum artista se consegue incluir totalmente nas suas músicas, porque uma pessoa é muito mais do que aquilo que faz. Quando eu toco ao vivo, talvez essa imagem se dissipe um pouco, porque as pessoas conseguem perceber que eu não vivo exclusivamente da melancolia das minhas músicas, apesar de ser uma pessoa melancólica, que tenta combater essa mesma melancolia.
Quando é que decidiu que queria ser músico?
DF: Essa foi uma decisão que eu nunca tive que tomar. As coisas foram acontecendo naturalmente, nunca pensei "Eu quero ser músico, é isso que eu quero fazer na minha vida". Acho que ainda hoje não tomei essa decisão, porque a ideia de ter que começar uma outra profissão não me assusta minimamente. Descobri que gostava muito de música e não que queria ser músico, sendo que existia algo nesse caminho que me atraía bastante. Mas descobri isso muito tarde, porque só comecei a tocar guitarra aos 18 ou 19 anos de idade.
Nesse momento já estava na Faculdade de Belas-Artes, em Lisboa... Foi por isso que resolveu desistir do curso superior que frequentava?
DF: Acho que não. Pelo menos, não directamente. O que aconteceu foi que me apercebi que não tinha nada a ver com a estrutura da escola e do próprio curso superior no qual me inscrevi, e então desisti. O ano e meio que tive de passar a desenhar foi um dos períodos mais difíceis da minha vida.
Ingressou depois no curso superior de Cinema, na Escola Superior de Teatro e Cinema...
DF: Desde muito cedo que eu tenho um enorme fascínio pela fotografia. Comecei a fotografar com apenas 15 anos e nunca mais parei. Entrei para o curso superior de Cinema precisamente para me especializar na área de imagem, porque o que eu queria mesmo era ser Director de Fotografia. Esse é, ainda hoje, um dos meus desejos secretos: ser Director de Fotografia, nem que seja de uma curta-metragem.
Ainda se lembra da primeira fotografia que tirou?
DF: Perfeitamente. Foi uma fotografia que tirei em Leiria, a cinco ou seis senhoras a varrerem um passeio que fica junto ao rio Marachão.
Se alguma vez tivesse que optar entre a música e a fotografia, qual seria a sua decisão?
DF: Simplesmente não decidia. Isso não é uma coisa que se possa decidir. A música e a fotografia são duas áreas que sempre farão parte da minha vida. Contudo, profissionalmente não sei se isso será sempre possível, mas mesmo que um dia venha a trabalhar ao balcão de um café, farei de certeza música e fotografia paralelamente.
A Internet é outra das suas paixões...
DF: Na verdade já o foi mais. Quando os Silence 4 surgiram, apareceram várias páginas sobre a banda e houve uma que me impressionou, a ponto de querer conhecer pessoalmente o responsável pela sua criação. Foi então que apareceu o Mário Santos, um miúdo que naquele tempo devia ter uns 17 anos. Gostei tanto do trabalho dele que lhe pedi ajuda para criar a minha própria página (www.littleboyworld.com), porque tinha necessidade de me distanciar do mundo da música. Então criei esse site para falar de tudo menos de música. O que acontece é que agora o Mário Santos vai elaborar o site oficial deste disco (www.davidfonseca.com) e o outro vai acabar, porque é impossível conseguir manter os dois sites em funcionamento.

3 de Julho de 2003

Senditipa


fraty

Citação de: Senditipa em 12 de Abril de 2014, 20:11
Não encontro o link...
No tópico que fiz,na parte que diz Download,encontras os links que te darão acesso ao arquivo.
Se tiveres mais alguma duvida,estás à vontade.
1 abraço.
*fraty*

bmfa


payne1609

Citação de: fraty em 13 de Abril de 2014, 09:41
No tópico que fiz,na parte que diz Download,encontras os links que te darão acesso ao arquivo.
Se tiveres mais alguma duvida,estás à vontade.
1 abraço.
*fraty*

carbenman


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fabioxavi10